Restauração
Queremos voltar às Escrituras e recuperar, tanto quanto possível, os princípios da vida da igreja apresentados no Novo Testamento.
Irmãos reunidos em Cristo, com os irmãos e com os santos que vivem neste bairro.
A expressão “Igreja em Comunhão em Sangondo” não pretende designar uma denominação, uma estrutura administrativa que reivindica autoridade sobre todas as igrejas de Sangondo, nem uma organização que considere exclusivamente a sua própria reunião como sendo a Igreja naquele território.
Somos uma comunidade local de irmãos reunidos em Cristo. Procuramos viver segundo os princípios do Novo Testamento, preservando as nossas convicções e buscando a restauração da vida da igreja conforme as Escrituras.
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“Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina.”Efésios 2:20
Queremos voltar às Escrituras e recuperar, tanto quanto possível, os princípios da vida da igreja apresentados no Novo Testamento.
Não concluímos que somente aqueles que chegaram às mesmas conclusões e adotaram a mesma tradição pertencem ao Corpo de Cristo.
Não abandonamos as nossas convicções simplesmente para produzir uma falsa unidade.
Não transformamos a diferença de interpretação, prática ou tradição em motivo para negar a realidade da irmandade cristã.
Vivemos essa realidade concretamente em Sangondo, junto dos santos que Deus colocou neste lugar.

Uma comunidade de irmãos que procura viver, de forma concreta, a vida da igreja apresentada nas Escrituras.
Chamamo-nos Igreja não para afirmar que somos a única igreja existente em Sangondo, mas porque somos uma comunidade de irmãos reunidos em Cristo e procurando viver, de forma concreta, a vida da igreja apresentada nas Escrituras.
O uso da palavra Igreja descreve a realidade espiritual e comunitária daqueles que estão reunidos, e não uma reivindicação de monopólio sobre a Igreja de Cristo em Sangondo.

A nossa vida começa com comunhão com Cristo e manifesta-se na comunhão com os irmãos.
Essa comunhão expressa-se na fé, na Palavra, na oração, na Ceia, no serviço, nas dificuldades, nos dons e na missão.
Comunhão não significa uniformidade. Não afirmamos que todas as tradições cristãs tenham a mesma compreensão doutrinária, nem abandonamos as nossas convicções para produzir uma unidade artificial.
Ao mesmo tempo, não transformamos as nossas convicções, tradições ou formas particulares de organização em critérios absolutos para determinar quem pertence ao Corpo de Cristo.
Podemos ter convicções sem transformar convicções em muros.

Sangondo é o lugar onde essa comunhão se torna concreta, junto dos santos que Deus colocou neste lugar.
Não dizemos: “Nós somos a Igreja de Sangondo.” Como se nenhuma outra comunidade cristã naquele território pudesse ser reconhecida como igreja.
Dizemos: “Igreja em Comunhão em Sangondo.” A expressão “em Sangondo” identifica o lugar onde estamos, enquanto “em Comunhão” define a atitude com que estamos nesse lugar.
Reconhecemos que existem outros santos vivendo em Sangondo, reunidos eventualmente em outras comunidades, com outras tradições e diferentes compreensões de determinadas questões. Eles não deixam de ser nossos irmãos simplesmente porque não pertencem à nossa reunião.
Reconhecemos a nossa expressão local da igreja sem negar a realidade mais ampla do Corpo de Cristo.
Onde reconhecemos a realidade da fé em Cristo, não queremos negar a irmandade simplesmente por causa das diferenças de tradição, organização ou prática.